Guiné > Região do Óio > Bissorã > c. 1973/74 > Maria Dulcinea (Ni), esposa do nosso camarada Henrique Cerqueira, que esteve com o marido e o filho Miguel em Bissorã, de outubro de 1973 a junho de 1974 (*). [O Henrique Cerqueira foi fur mil, 3.ª CCAÇ / BCAÇ 4610/72, e CCAÇ 13, Biambe e Bissorã, 1972/74]
Guiné > Região do Óio > Bissorã > c. 1973/74 > Miguel, o filho do Henrique Cerqueira, e da Maria Dulcinea (Ni), com a filha de um capitão da CCS, no quintal da casa dos Cerqueira.
Guiné > Região do Óio > Mansoa > c. 1973/74 > Miguel, a Maria Dulcinea (Ni), de costas, com a esposa de um outro militar de Bissorã, também de costas, em visita a Mansoa.
1 – Caserna da CCAÇ 2444, e, depois, da CCAÇ 13 | 2 – Sede da Administração de Bissorã | 3 – Enfermaria civil | 4 – Messe de oficiais | 5 – Secretaria da CCS BCAÇ 2861, Transmissões e espaldões de morteiros | 6 – Casernas e refeitório da CCS | 7 – Quartos de sargentos da CCS e bar | 8 – Secretaria do comando do batalhão no r/c e quartos dos oficiais no 1º andar ! 14 – Campo de futebol.
Foto: Cortesia da página do © Carlos Fortunato : CCAÇ 13, Leões Negros > Guiné - Bissorã [Edição: LG /AP]
(i) Rogério Cardoso (ex-fur mil, CART 643/BART 645, Bissorã, 1964/66; tem mais de 6 dezenas de referências no nosso blogue, que integra desde dezembro de 2009; é membro também da Tabanca da Linha):
(...) Em 1964 e 1965 a Cart 643, "Águias Negras", estava sediada em Bissorã. O seu 1.º sargento, de nome Rogério Meireles, estava acompanhado da mulher e de uma filha de pouca idade, residia numa pequena casa fora do aquartelamento.
(...) eu estive em Mansoa e quando lá estive não havia familiares de militares, embora me dissessem que em tempos esteve lá um casal (um alferes miliciano e mulher).
Quanto à nossa alimentação, foi organizada do seguinte modo: as refeições dos adultos vinham duma espécie de restaurante ("O Labinas") que tinha um acordo com a tropa, mas as refeições do nosso Miguel era eu que as confeccionava com artigos comprados na messe e outros sempre que possível na população.
Entretanto eu e o Henrique tirámos a carta de condução no mesmo dia em Bissau. Não pensem que nos facilitaram a vida, não, pelo contrário, foram bem exigentes no exame em Bissau.
Para além de ter tido um Natal muito especial em 1973, com pinheirinho (uma folha de palmeira enfeitada), rabanadas e aletria, tudo isto foi enviado pela família da metrópole. Mas o que mais gostei foi ter partilhado esse Natal com outros soldados que invadiram a nossa casa que até se esqueceram que havia algures por ali uma guerra.
Entretanto veio o 25 de Abril, e tive a oportunidade de ir cumprimentar o pessoal do PAIGC ainda no seu estado de combatentes inimigos.
Em junho [de 1974] regresso a Portugal com o Miguel, e em julho regressa o Henrique, e uma vez mais fui ter com ele a Lisboa ao RALIS onde foi (fomos) definitivamente desmobilizado[s].
(...) Antes de acabar, lembro que em Bissorã viviam mais senhoras, esposas de militares, ou seja, dum soldado, dum furriel e de um capitão que tinha uma menina linda de quem vou tomar a liberdade de publicar a foto, junta com o meu Miguelito. (...) (**)
(*) Último poste da série > 24 de março de 2026 > Guiné 61/74 - P27851: Esposas de militares no mato (2): Bambadinca, ao tempo do BART 2917 - Parte II


































Luís, não tenho fontes credíveis que possam contrariar o camarada J. Pardete Ferreira mas, do que se passou com a minha companhia, parece-me que em princípio iam quatro médicos por batalhão, porque o que retenho na memória é que em cada companhia ia um médico: no caso da minha companhia fazia parte integrante o tenente médico miliciano Dr. Rogério da Silva Leitão e creio que a 555 também tinha um médico e a 556 também e com a CCS seguia também um médico, creio que com a patente de capitão.



